A vida pede mais evolução. – Blog Altos do Central Parque
A vida pede mais evolução.

Curiosidades sobre o bairro que está evoluindo, histórias sobre a região e como essa expansão colabora para o desenvolvimento de Porto Alegre.

A história do Central Parque, um local de alto padrão em Porto Alegre

Porto Alegre cresceu. Os pouco mais de 270 mil habitantes que moravam na capital gaúcha em 1940 agora são mais de 1,4 milhão de pessoas, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). E onde o Central Parque, um dos locais mais recentes da Capital, entra nessa história?

O Central Parque é um exemplo quando se fala em reinvenção e expansão inteligente da cidade. E Porto Alegre se expandiu, trazendo consigo simultaneamente a calmaria de província e a agitação de um centro econômico.

Por que o Central Parque é diferente?

Sua criação ocorreu em 2009, como uma nova parte do bairro Jardim do Salso. Apesar de jovem, ele já conquistou sua independência: o ponto de luz, por exemplo, é próprio, por conta de atributos como segurança e qualidade de vida.

O local surpreendeu ao surgir em meio a uma área privilegiada sob diversos pontos de vista: da localização, da geografia e do potencial urbanístico, se tornando algo único. Trouxe valor para a cidade, aqueceu o mercado imobiliário com rápido crescimento e, especialmente, acomodou novos moradores.

Além de tudo, também é um local altamente planejado, feito e perfeito para acomodar seus moradores da forma mais agradável possível. Com tranquilidade de viver com segurança, facilidade de uma infraestrutura e mobilidade de uma localização privilegiada, com os principais pontos da cidade a poucos minutos.

Localização: perto de tudo

O Central Parque foi planejado com a Avenida Ipiranga como uma das referências de localização, próximo à PUCRS e à Terceira Perimetral. É central, portanto, não apenas no nome: está a menos de 10 minutos de distância de pontos de interesse como o Shopping Iguatemi, a Unisinos, o Jardim Botânico e o Bourbon Shopping Ipiranga.

E quem visita o Central Parque sente a atmosfera amigável. Hoje consolidado em uma área de 178 mil m² e 21 edifícios, conta com 1.554 imóveis. Trata-se de um espaço total equivalente a 44 campos de futebol, com direito a uma praça de 13 mil m² reforçando a proximidade com o verde.

O local tomou forma por meio de condomínios de alto padrão que possuem áreas de lazer independentes e parques privados, pouca circulação de carros, além de escritórios e centro comercial. Além disso, também tem espaço para toda a família: os pet places garantem a satisfação total dos cachorros, os espaços kids e playgrounds dão tranquilidade aos pais e muita diversão aos pequenos. Passeios arborizados com acessibilidade, projetos de iluminação e plantio, eventos de feira orgânica e foodtrucks também são satisfação garantida.

Além disso, conta com sistema de segurança próprio, com canais de monitoramento 24 horas. São câmeras fixas e em 360 graus, viaturas e moto para circulação e alto-falantes instalados pela Central de Monitoramento.

A evolução de um local consagrado: Altos do Central Parque

Evolução é imprescindível para a vida. Por isso, o Central Parque também vai se expandir. Nos próximos meses, a Capital receberá o Altos do Central Parque, uma área nobre e mais elevada, com 145 mil m² e um pôr do sol cinematográfico, com vista privilegiada da cidade.

Às margens da R. Prof. Cristiano Fischer, que liga a Av. Ipiranga à Av. Protásio Alves, o Altos do Central Parque terá a mesma localização centralizada, facilitando o deslocamento dos novos moradores. Repetirá o alto padrão de imóveis, dentro do conceito de infraestrutura completa e conforto.

Cada vez mais valorizado, o tempo livre merece ser desfrutado nas melhores condições – e companhias – possíveis. Por isso, morar bem, em um local aconchegante e completo, faz toda a diferença. Vale lembrar: se a cidade cresceu ao longo do tempo, seus habitantes não podem ficar para trás. Afinal, a vida pede mais.

Ao longo do mês de setembro será lançado o primeiro empreendimento que compõe a região do Altos do Central Parque, reativando vendas de empreendimentos na planta, o que não aconteciam na região desde 2015.